UM POUCO DE NOSSA LOJA

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

PORTO ALEGRE TEM VÁRIOS GRUPOS CICLÍSTICOS. MAS, DE QUAL PARTICIPAR?

Em porto alegre, hoje, existem muitos grupos de ciclismo que se reúnem em diferentes lugares para fazer passeios/treinos de bicicleta pela cidade.  Muitos clientes nos perguntam sobre estes grupos, pois querem alguma companhia para se exercitarem mas não conhecem ninguém. Outros tem medo de se juntarem com os tais grupos porque acham que vão ficar pra trás, não vão conseguir acompanhar o ritmo. Pensando em ajudar a todos , nós da Rodociclo resolvemos fazer um apanhado sobre estes grupos e lhe informar quanto  ao ritmo, distância, locais e horários de partida para que você se junte ao grupo mais adequado de acordo com seu ritmo de pedalada.

Pedal ecoville PEV – O pev é um passeio para fazer bastantes amizades e, lógico, pedalar. Acontece nas segundas-feiras e tem como ponto de encontro o shopping lindóia (assis brasil, 3522) as 20:30. É um pedal indicado para iniciantes, pois tem ritmo leve.


Pedalegre – O pedalegre é um grupo de passeio bem descontraído que acontece todas as terças e quintas-feiras, as 20:30 com saída do velódromo de porto alegre, av ipiranga com av beira rio. O ritmo é próprio para iniciantes e a  distância media fica em 25 kilometros.



Pedal zona norte PZN – O pedal zona norte acontece todas as terças e quintas-feiras, as 20:30, saindo do viaduto Jayme Caetano Braum (av. nilo peçanha com carlos gomes). Ritmo moderado e distância média de 30 kilometros.
Nas quartas-feiras o pedal é mais tranquilo, ou seja, indicado para iniciantes e sai do posto BR do iguatemi (av tulio de rose). Tem um ritmo leve e distância média de 25 kilometros



Pedal zona sul PZS – Terças-feiras as 20:30 saindo do posto BR da av. diário de noitícias, 1475. Ritmo acelerado (não aconselhado para iniciantes) e distância média de 40 kilometros.
Quintas-feiras as 20:30 saindo da av. wenceslau escobar, 2307. Ritmo moderado e distância média de 25 kilometros.
Domingos as 07:30 com saída do gasômetro e destino à fruteira do kiko, edgar pires de castro, 8475. Ritmo tranquilo e distância de 50 kilometros.


Treino do harmonia - O objetivo deste grupo não é agregar um grande número de ciclistas, bem pelo contrário, apenas aqueles que queiram sair de casa para treinar forte, pois como o nome já diz é treino, não é passeio, portanto, sem paradas. Os pedais noturnos na cidade terão um trajeto fixo, permitindo que aqueles que ficarem para atrás possam encontrar o grupo quando estiver retornando e juntar-se a ele novamente. O horário de partida é pontualmente às 20h, terças e quintas, na rótula das cuias. A velocidade normalmente fica acima de 30 km/h. Trajeto sempre fixo, um nas terças e outro nas quintas. Os ciclistas que quiserem, podem encontrar o grupo no caminho.

Treino do caldo - O treino do caldo é uma reunião de ciclistas amigos com objetivo de treinar. O pedal sai todos os domingos do posto piratini (av. Assis brasil, 6389) no bairro sarandi, as 8:00 horas, vai até o kioske do kiko, edgar pires de castro, 8475 e retorna pro posto que tem em frente à fiergs.

Massa critica - A massa crítica é um passeio ciclístico um pouco diferente dos outros. Ele faz a celebração da bicicleta como meio de transporte e é um evento de protesto por mais espaço e respeito no trânsito. Ocorre toda última sexta feira do mês e parte as 19:30 do largo zumbi dos palmares, na cidade baixa. O movimento é organizado de forma horizontal, totalmente colaborativo e é o momento onde ciclistas se encontram pra pedalar pelas ruas da cidade de maneira bem descontraída e num ritmo bem leve.


Agora que você já sabe qual grupo ciclístico irá acompanhar, lembre-se sempre de portar um kit básico para sua segurança e para não atrapalhar o passeio de ninguém. O que você deve portar SEMPRE é: capacete, luva, luz traseira, luz dianteira, uma câmara reserva, uma bomba de encher pneus e um kit de remendo. Agora é só ir pra rua e aproveitar o passeio!


quinta-feira, 4 de agosto de 2016

CONFIRA O CALENDÁRIO DO CICLISMO PROS JOGOS OLÍMPICOS RIO 2016

As Olimpíadas, ou Jogos Olímpicos, constituem nos dias de hoje um dos eventos mais populares e prestigiados em todo o mundo. Essa popularidade e prestígio devem-se à grande conexão que as Olimpíadas têm com a massa de espectadores que acompanham as competições tanto presencialmente nos estádios e arenas quanto pela televisão.



Os Jogos tiveram a sua primeira edição na Era Moderna, em 1896, em Atenas, e de lá até hoje cresceram ao ponto de se transformarem no maior evento do planeta e único capaz de reunir delegações de mais de 200 países em uma mesma cidade. Para se ter uma ideia da força dos Jogos na atualidade, nem mesmo a Organização das Nações Unidas (ONU) consegue agregar tantas nações como parceiras.



Então, neste mês de agosto teremos os famosos Jogos Olímpicos que, excepcionalmente, acontecerão no nosso lindo estado do Rio de Janeiro, iniciando nesta sexta-feira dia 05/08 e se estendendo até o dia 21/08, quando acontece a cerimônia de encerramento.

O evento contará com a presença de 205 países e 11383 atletas que estarão divididos nas 42 modalidades em disputa, dentre elas, 4 de ciclismo (BMX, de estrada, de pista e mountainbike). Com isso, tem muita gente ansiosa para saber o calendário das provas de ciclismo, então confira agora a organização de dias e horários que nós fizemos pra você não perder nenhuma prova:


BMX
Nos jogos olímpicos a competição de BMX é disputada no formato ‘supercross’ com 8 ciclistas por bateria vendo quem cruza primeiro a linha de chegada. A pista tem, em média, 350 metros de extensão e terreno com muitos obstáculos num chão de terra, e para sua largada os pilotos iniciam de cima de uma rampa de 8 metros para pegar bastante velocidade.



MTB

Em terrenos acidentados os ciclistas devem se adaptar rapidamente às diferentes situações do circuito, que é fechado e repleto de trilhas sinuosas, subidas e descidas ingremes além, é claro, de muitos obstáculos naturais como pedras e raízes. A duração da prova varia de 90 a 120 minutos e cada volta tem 5km de extensão.



ESTRADA
O ciclismo de estrada irá unir as belezas naturais do Rio de Janeiro com um trajeto duro e seletivo (141km no feminino e 241,5km no masculino), pré-determinado, em que os ciclistas são classificados em razão do menor tempo.


PISTA
Esta é a única modalidade que compete num velódromo. Ele é oval, de madeira e tem 250 metros de extensão. Os atletas pilotam bicicletas muito leves, com engrenagem fixa e sem freios e chegam a velocidades de mais de 60km/h.



terça-feira, 2 de agosto de 2016

FROOME CONSAGRA SEU TRI CAMPEONATO NA TOUR DE FRANCE



Após 23 longos dias de prova com mais de dois mil quilômetros rodados e quase noventa horas no total pedalando, o britânico Christopher Froome, da equipe SKY, que já estava praticamente consagrado como campeão, confirmou seu terceiro campeonato no ‘Tour de France’, sendo o segundo consecutivo. “Eu não estaria aqui se não fosse por minha equipe. Um grande obrigado a Dave Brailsford e a meu treinador Tim Kerrison. Essa é uma equipe especial e eu estou muito orgulhoso de fazer parte dela. Para Michelle, minha esposa, e meu filho Kellen, saibam que seu amor e apoio tornam tudo possível. Kellan, dedico essa vitória a você“, foi o que disse Froome emocionado após vencer o Tour.



Chris vestiu a camisa amarela (respectiva ao ciclista com melhor tempo no geral) logo nas primeiras etapas e não a perdeu mais. Na etapa de domingo, 24 de julho, nem precisou se esforçar, pois já estava com bastante tempo de diferença dos outros competidores e acabou vencendo o Tour com 04 minutos e 05 segundos sobre o segundo colocado, o francês Romain Bardet da equipe La Mondiale.

A última etapa, que é chamada de Champs Élysées, ocorreu na capital francesa e contou com forte esquema de segurança, pois autoridades ainda temiam ataques terroristas durante o espetáculo. A etapa é mais vista como um desfile do que uma disputa, já que há o consenso de não atacar o líder geral ao longo dos seus 113 quilômetros de extensão. Porém, para os sprinters, é a chance de mostrar que ainda possuem força e darem tudo de si para cruzar a linha de chegada em primeiro lugar.

E foi justamente o que aconteceu entre André Greipel e Peter Sagan, uma disputa acirradíssima com a Lotto fazendo um trabalho perfeito de embalo para a vitória de André, que cruzou a linha de chegada menos de meio segundo antes de Sagan, que vinha numa bela aceleração. Mesmo assim, foi Sagan quem se consagrou campeão da camisa verde (do atleta mais combatente), pois ao longo das provas não deu mole pra quem o desafiava.




Os demais campeões ficaram definidos com Adam Yates (Orica-BikeExchange) sendo o melhor entre os jovens, Rafal Majka (Tinkoff) sendo o melhor escalador e a Movistar que foi a campeã dentre as equipes.

sábado, 23 de julho de 2016

TOUR DE FRANCE 2016: FROOME LIDERA E CHEGA EM PARIS COM A CAMISA AMARELA!



O Tour de France 2016 foi e ainda está sendo, como sempre, uma prova muito emocionante, digna de atletas de alto nível que figuram no palco da prova mais prestigiada do mundo. E também, uma das mais duras. Atuando com o papel principal estavam os favoritos, em um jogo onde os "coadjuvantes", aqui chamados gregários, que não têm seu nome tão prestigiado, mas são igualmente importantes, tendo a missão de levar as estrelas em condições e segurança aos pontos estratégicos onde mostrarão sua força. 

Alberto Contador e Chris Froome eram dois dos principais astros da prova em um mundo de muitas estrelas. O embate destes dois é que gerava mais dúvidas. Vincenzo Nibali, atualmente na 30ª colocação, já chegou ao Tour com sua temporada ganha ao faturar o Giro. E seu resultado atual era esperado, uma vez que dificilmente conseguiria estar em condições de participar no mesmo nível dos outros favoritos após o grande esforço da prova italiana. 

Na Movistar, o regular Alejandro Valverde trabalharia para o forte Nairo Quintana, colombiano que já ganhou o Giro D'Itália. Nomes como Joaquin Rodriguez, Bauke Mollema, Fabio Aru, Roman Kreuziger, Richie Porte, entre outros, poderiam "incomodar". Todos estes figuram entre os promeiros 20 primeiros lugares. 

Mas logo no começo, quedas foram prejudicando Contador que acabou abandonando a prova, para decepção dos seus fãs e também dele mesmo, que tomou essa decisão no meio de uma etapa e abandonou bastante abatido, deixando o caminho livre para seu maior rival Froome.


Mas nem tudo é assim tão previsível no Tour. Mark Cavendish venceu a primeira etapa, enquanto que na segunda, Sagan venceu para vestir a camisa amarela. Nada mal para quem usa a camisa Arco-íris de campeão mundial. Sagan, atual camisa verde, mostra que a suporta "maldição" que cerca o campeão mundial e o impede de vencer ao longo da temporada não o afetou. Foi sua primeira camisa amarela. No terceiro dia foi a vez de Cavendish vencer novamente, igualando a marca de Bernard Hinault, com 28 vitórias na carreira, em uma chegada muito apertada ao lado de Andre Greipel. Na quarta etapa foi a vez de Kittel, que desabou após a chegada devido ao extremo esforço. Antes da terceira vitória de Casvendish, que ocorreu na sexta etapa, a camisa amarela passou pelas mãos de Van Avermaet. 

O primeiro confronto dos favoritos foi na Etapa Rainha, que subiu o duro Tourmalet, onde Froome vestiu a camisa amarela pela primeira vez no Tour, após ser o vencedor do dia, abrindo boa vantagem para Contador, que abandonaria na etapa seguinte após apresentar febre e não ter condições de seguir. As quedas e lesões provenientes de quedas contribuíram com a decisão de abandonar. 


Na décima etapa, uma chegada incomum, com Sagan vencendo no sprint seguido de Froome, que com isso ganhou um bônus e aumentou a vantagem sobre os demais. A décima segunda etapa, que subiria o icônico Mont Ventoux foi "encurtada" devido aos fortes ventos na montanha, que comprometiam a segurança dos competidores. Foi nessa etapa que De Gendt venceu e Froome teve que correr a pé até conseguir uma bike reserva após uma queda muito confusa, onde ele e mais dois atletas foram atingidos por uma motocicleta da televisão.



A 13ª etapa foi vencida por Tom Dumoulin, com Froome em segundo, mantendo a camisa amarela, às vésperas de Cavendish conquistar a quarta vitória (14ª etapa). Na 18ª etapa, mais uma chegada polêmica, com Sagan sendo apontado como vencedor (terceira vitória na prova) no photo-finish. 



As etapas seguintes foram servindo para o Camisa Amarela aumentar sua vantagem até vencer a Cronoescalada da 18ª etapa e se firmar ainda mais como franco-favorito. Desde então Froome, que sofreu com uma dura queda na 19ª etapa, declarou que o Tour só é vencido quando se cruza a linha de chegada da última etapa. 



Neste domingo o esquema de segurança é forte. A chegada em Paris sempre é muito bela e deve ser decidida no Sprint. É o último grande esforço de Froome que tem uma confortável vantagem de 4:05  sobre Romain Bardet (Fra) AG2R La Mondiale. O capitão da Sky já é, virtualmente, o grande campeão. Basta saber agora quem será o grande vencedor do Sprint Final no Champs-Élysées, que terá forte esquema de segurança para garantir que tudo correrá bem na chegada da prova. Se vencer, Froome estrá se consagrando tricampeão da maior prova do ciclismo mundial!

Equipe Rodociclo


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

RODOCICLO INAUGURA NOVA FILIAL EM ITAJAÍ/SC




Esta é a primeira postagem do ano do Blog Rodociclo. E ela começa de uma forma muito especial, em meio a tantas notícias ruins, já que nosso país vive um momento de recessão, em grande parte, devido à retração no consumo registrada nos últimos meses, crise política e outros acontecimentos. Nós temos, realmente, boas notícias para nossos leitores, amigos e clientes!




E se vivemos um momento econômico complicado, onde o cenário político também não é dos mais favoráveis, o que podemos dizer é que, como tantos outros momentos de crise que nossa história já registrou, este também deverá passar. E para quem estiver com a mentalidade certa para se reciclar e investir, aproveitando cada oportunidade, sempre haverá espaço para prosperar. Foi com base nisso, que a Rodociclo aproveitou uma ótima oportunidade de negócios e abriu sua primeira filial, justamente no estado vizinho Santa Catarina, cujas praias são adoradas pelos gaúchos e cujas cidades são destino de pessoas do Brasil todo, buscando qualidade de vida, melhor renda e claro, de presente as paisagens encantadoras. 



A cidade escolhida foi Itajaí, situada há cerca de 80 km de Florianópolis, capital de Santa Catarina. É uma região muito rica de turismo e belas paisagens, forte economicamente por ser cidade portuária e pela concentração de importadoras, especialmente no ramo de bicicletas. A cidade também é muito rica em termos de bikes e mobilidade. A malha cicloviária é extensa, bem maior que Porto Alegre. Grande parte dos moradores usa a bike no dia a dia para seus deslocamentos pela cidade. Vemos muitas elétricas na região. É muito comum ver pessoas com roupa casual, calça jeans, camisa e sapato pedalando em suas magrelas. Algumas muito simples e antigas, mas sempre cumprindo sua missão de levar e trazer seu dono a quase todos os lugares.




E se estamos falando de riqueza, a cidade é muito rica em cultura, respeito e concsiência. O ciclista aqui é muito respeitado, assim como o pedestre. Quando se está na margem da via, diante da faixa, os carros param. É normal você ter preferência no trânsito e acesso às vias. Esse comportamento só vemos no litoral gaúcho em época de veraneio ou na alta temporada na serra. 




Por ser um mercado promissor em muitos campos, a Filial Rodociclo está se estabelecendo aos poucos, com a mesma cultura da Capital onde fica sua sede. Horários favoráveis a quem tem pouco tempo, como sábados e finais de tarde, referência em atendimento e variedade são um diferencial. Começamos com as Caloi, mas agora recebemos o reforço da linha Fuji, além de uma ampla gama de peças e acessórios, com destaque para a linha Shimano, que recebeu um espaço dedicado todo seu, a exemplo da Matriz, que possui certificação Shimano Service Center. 





A primeira bike já foi vendida nos primeiros dias, uma GT aro 29 e a oficina começa aos poucos a ter movimento. A organização da loja exigiu esforço adicional, para que os dois dias que separaram a chegada da abertura fossem o bastante para organizar e abrir as portas, já  na segunda 25/01. O novo painel, que expõe mercadorias, foi montado no final da primeira semana e mudou o visual da loja. 





Com estacionamento para clientes e situada no centro de Itajaí, na Rua Umbelino Damásio de Brito, nº 117, Salas 04 e 05, a loja possui um ponto amplo e privilegiado. Ainda estamos com a fachada da Moove Bikes, que antigamente funcionava neste ponto, mas logo teremos nova fachada com nossa identidade visual que já bem conhecida em Porto Alegre. A oficina já está funcionando em atendemos duas lubrificações gerais e vários serviços de todos os níveis. 




Itajaí agora tem mais uma Bike Shop para atender seus clientes, em um ambiente onde bicicletas modernas de todas as modalidades dividem espaço com as urbanas destinadas à mobilidade. E atenderemos a todo tipo de público. Com esta abertura de ano, desejamos aos nossos leitores um ótimo 2016 e muitos pedais! 

Abaixo algumas fotos da nova Rodociclo filial Itajaí.











Equipe Rodociclo

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

TECNOLOGIA: NOVO SHIMANO TIAGRA 4700.



Ele foi lançado em março deste ano, mas somente agora começa a chegar no mercado. Há cerca de uma semana, entregamos uma Specialized Allez que veio equipada com o grupo e este realmente impressiona. Além do visual que o deixa mais próximo dos grupos 105, Ultegra e Dura-Ace, com cabeamento interno, Câmbios e Pedivela redesenhados nos moldes dos irmãos mais velhos, o Tiagra 4700 recebeu também um novo acabamento, com a cor denominada "cinza meteoro", que lembra o Ultegra. As alavancas deixam o acabamento em plástico com visor de lado e tornam-se mais limpas, com um visual encorpado e robusto. Os manetes, mais ergonômicos, ganham um poder de frenagem estimado em 30% em relação ao modelo antigo. 



O pedivela foi remodelado, a exemplo dos modelos de 11 velocidades, com desenho de quatro braços e novas combinações de marchas (52 x 36 e 50 x 34 dentes), facilitando a vida dos usuários iniciantes e entusiastas, público alvo do conjunto. O Câmbio traseiro também foi redesenhado e agora suporta engrenagens do cassete com até 34 dentes. A linha de alavancas para guidão reto também está disponível (SL-4700), oferecendo as tecnologias instant e two-way release.



Se avaliado como um conjunto, o Tiagra teve suas trocas de marchas e funcionalidade ampliadas, combinando robustez e baixa manutenção com uma performance melhorada e uma boa pitada de esportividade, acompanhando as tendências mais modernas dos grupos de estrada.

Seu preço, no entanto, próximo dos 3 mil reais, o situa em um segmento mais elevado, antes ocupado pelo 105 série 5700, que agora, com 11 velocidades, está muito próximo do Ultegra e Dura Ace. 

Equipe Rodociclo


sábado, 21 de novembro de 2015

27 DE NOVEMBRO É DIA DE BLACK FRIDAY NA RODOCICLO


O Black Friday, nasceu nos Estados Unidos, como uma forma das pessoas anteciparem as compras de final de ano, obtendo grandes descontos neste dia, além de permitir aos lojistas renovar seu estoque e para o último mês do ano. Normalmente, neste dia, são oferecidos descontos que podem chegar até 80%, condições especiais de parcelamento e outras  vantagens. Tudo por apenas um dia!



Este tipo de evento também foi aos poucos se espalhando por outros países até chegar ao Brasil. Neste dia, muitas lojas abrem bem cedo, algumas com até quatro horas de antecedência, para atrair o maior número de consumidores através de ofertas. O número de consumidores também é bem maior, conforme o ramo de atividade, sendo especialmente atraídos pelos ótimos descontos e oportunidades de negócio. 



Aqui na Rodociclo, não é diferente. Embora o mercado de bicicletas não tenha uma margem tão alta como, por exemplo, algumas linhas de vestuário, sempre é possível negociar alguns itens com descontos entre 20% e 40%, dependendo do ano e de outros fatores como marca e forma como foi negociado. 


 A diversidade e quantidade de itens que também compõe a lista de diferenciais da nossa loja garante igualmente os  bons preços tradicionais, abrindo precedentes para alguns produtos que podem ser negociados de forma atrativa para o consumidor. Mas como nem todos os produtos podem ser negociados com um desconto tão elevado, para que tenha maior abrangência, estendemos a possibilidade de parcelamento para valores a partir de R$ 1.000,00 em até 10 vezes sem juros no cartão. 


Embora não seja um desconto direto, é uma forma de tornar mais acessível o investimento em algum produto que o consumidor normalmente não teria como adquirir pagando nas tradicionais 4 ou 5 vezes. Os produtos com desconto seguem a mesma linha, permitindo serem comprados em mais vezes quando atingirem o teto para parcelamento. Compras com produtos mais baratos que atingirem o valor mínimo serão feitas com a mesma condição. 


Serão bicicletas, quadros, peças, acessórios e vestuário dentro desta condição. E já aproveitando, esta semana, segue uma lista de sugestão de amigo secreto para aquele seu amigo do mundo das bikes, para aquele familiar que você gostaria de lembrar com um gesto de carinho, dando a ele algo que é ligado com sua paixão pela bike. Serão centenas de produtos com descontos ou parcelamentos especiais. 

Visite nossa loja durante esta semana. Fora o parcelamento em 10x, alguns itens já estão sendo negocuados com descontos!

Boas compras!
Equipe Rodociclo. 


sábado, 26 de setembro de 2015

BIKE ROTEIRO: GIRO SERRA-MAR.


O último feriado de 7 de setembro, primeiro após os dias mais frios do inverno, caiu justamente em uma segunda-feira. Foi a ocasião perfeita para uma saída mais prolongada, onde muitas pessoas aproveitaram para curtir a praia, serra ou mesmo deixar o estado em direção ao litoral catarinense. No entanto, os dias que antecederam ao final de semana foram chuvosos e as previsões não eram as melhores.


Como as melhores coisas são aquelas que fazemos no improviso e no talento, na quinta-feira surgiu a ideia de fazer um pedal de três dias, saindo sábado no final do dia (em função de compromissos de trabalho) e fazer um roteiro pela serra gaúcha, que seria totalmente definido durante o percurso e de acordo com as condições do tempo.

Meu amigo e também cliente da nossa loja Tiago Suminski foi o parceiro de pedal nesta aventura. Ele e sua família partilham conosco a mesma paixão pelo mundo da bike, sempre incentivado pelo seu pai Sr. Gerson, outro amante das duas rodas, na bike e no motociclismo. A única coisa certa é que pernoitaríamos em São Francisco de Paula, com a tradicional (para mim) subida noturna da serra. Levamos pouca bagagem, apenas o essencial e optamos pela mountain bike devido à versatilidade e também por causa das possíveis condições adversas do tempo. Para o segundo dia, pensamos em Gramado, Cambará do Sul, Rota do sol... Muitas possibilidades, que dependeriam do tempo.


Os preparativos foram todos na noite anterior. Revisão de câmbios e freios, lubrificação da corrente, calibragem de pneus, equipamentos, faróis reservas, pilhas, câmaras, etc. Assim fui para o trabalho, como se estivesse saindo de viagem. Meia hora antes da partida, um amigo me liga dizendo que em São Francisco de Paula chovia torrencialmente. Um balde de água gelada em nossa aventura, mas aqui o tempo estava apenas nublado. Vamos assim mesmo! 

O encontro se deu na Assis Brasil, de onde partimos para a RS 020. No aplicativo do celular do Tiago, dizia que na madrugada a chuva cessaria. Saímos por volta de 19:00, em ritmo tranquilo após lanche e últimos acertos nas bikes, ambos equipados com piscas e dois faróis cada. Destaque para o "Knog Blinder Arc 5" do Tiago, que é muito potente, comparando-se à luz de um carro em muitos momentos. Mesmo na luz mais baixa, ilumina perfeitamente e com ótimo alcance, permitindo antecipar as reações a buracos e obstáculos na pista.


Chegando a Morungava, uma fina chuva nos fez parar e, francamente,  pensei que a partir dali o pedal seria com chuva mesmo. Desistir não era uma opção. Mas a chuva durou alguns minutos, apenas no ponto mais alto e logo adiante o asfalto estava seco. Chegamos a Taquara por volta de 22:30. Lanche e hidratação antecederam os 40 km de subida que nos aguardavam. A estada estava parcialmente interditada devido a quedas de barreiras, de modo que não nos preocupávamos com trânsito, até porque o forte do movimento dos carros estava previsto para o dia anterior e mais forte no sentido litoral.


Diferente dos pedais estressantes que estamos acostumados a fazer na cidade, este trecho foi uma oportunidade de descontração, conversa e, por muitos momentos, meditação. A forte neblina que nos envolvia dava um clima de aventura. Nós, a estrada, os faróis, a neblina e as bikes! Nos últimos trechos de subida, o cansaço foi chegando. Não se via muita coisa em diversos trechos a não ser as marcas do asfalto a curta distância. O ponto mais alto nos levou a 920 metros do nível do mar, chegando ao centro de São Francisco por volta de 03:00, com temperatura de 10 graus.


Havíamos comunicado aos amigos do Corpo de Bombeiros sobre nossa chegada. Com a hospitalidade de sempre, nos cederam alojamento e banho. O lanche, previamente comprado em uma loja de conveniência local, repôs as energias para o segundo dia, que ainda tinha destino incerto. Fechamos o dia com 104 km e 2.064 metros de ganho de elevação.



No domingo, dormimos boa parte da manhã e o tempo sempre com neblina não permitia ter noção de como estava o tempo na serra. O clima local peculiar, conhecido como "viração" destaca as intempéries de uma da regiões mais frias e úmidas do estado, mas para os amantes da natureza, cria o cenário perfeito para ter contato com a verdadeira energia que remete às nossas origens e nos faz refletir sobre nossa vida e nossos valores. 



Após o meio dia, ficamos cogitando sobre o que fazer, quando o Tiago me pergunta: "O que tu achas de irmos até a casa do pai, lá em Tramandaí? Tem um churrasco nos esperando...". Foi o "start" para vermos quais seriam os melhores roteiros e neste dia seria o auge do nosso pedal. Entre descer a RS-020 e ir por Rolante e Santo Antônio da Patrulha até a Free-Way ou descer pela Rota do Sol, esta segunda foi a opção mais atrativa. Aumentava apenas 30 km a distância, mas propiciava a chance de pedalar nos Campos de Cima da Serra, um roteiro muito singular para os amantes do cicloturismo. Neste dia, foram 161 km, saindo de 970 metros de altitude para terminar o dia no nível do mar. 


Saímos depois das 15 horas, de forma que sabíamos que haveriam mais trechos de escuridão em nosso trajeto. Minha intenção era chegar aos túneis da Rota do Sol com dia para bater algumas fotos. Por volta de 17 horas chegamos ao entroncamento da RS-020 com a Rota do Sol. À medida que nos afastamos de São Francisco, o tempo foi abrindo, o que comprovou que o clima severo era bem localizado no entorno da cidade.


A parada no Café Tainhas é obrigatória. Os pastéis são ótimos! Ali o céu estava aberto e tinha sol. Fomos pedalando pela RS-453 vendo a tarde cair e com ela, muitas nuvens chegando. Na verdade, elas envolviam a estrada nos trechos de serra e estavam se afastando lentamente, mas nós estávamos as alcançando. Logo, vieram trechos de asfalto molhado. Mais uma vez pegamos uma "janela" de tempo bom, como na noite anterior, onde choveu na capital e no litoral, menos onde passamos!


Quando chegamos no topo da descida de 15 km já não se via muita coisa, apenas as luzes das cidades muito distantes. Com faróis mais potentes, o Tiago soltou os freios, eu fui mais prudente. Parei nos túneis e registrei minha passagem. As paradas nos renderam meia hora de diferença até nos reencontrarmos à beira da estrada para um caldo de cana em Itati.


Dali, revezamos forçando o ritmo, que passou dos 35km/h em vários pontos. O acostamento estreito e um pouco sujo exigia cautela, mas como estávamos com pneus de trilha, beleza! Nosso GPS dizia que faltavam apenas 65 km. Mas o pedal não rendia tanto como nossa expectativa. Por volta de 21 horas chegamos à BR 101 e por já ser um horário avançado, foi a nossa opção. Também havia chovido ha pouco, mas as nuvens deram lugar a um céu muito estrelado.


Um ponto bem curioso foi a travessia dos túneis da BR 101. Na sua entrada havia uma placa avisando que não poderiam passar bicicletas. Apesar de bem sinalizados e com ótimos acostamentos, essa norma torna a vida dos cilistas que por ali passam mais trabalhosa, fazendo um desvio que, na verdade, nem sabíamos como chegar. Foi quando disse ao Tiago para entrarmos rapidamente e acelerar tudo que dava. Já quase saindo, vi que uma viatura da concessionária veio se aproximando e nos acompanhou nos últimos metros. Agradecemos pela escolta e por terem compreendido nosso momento. Ali tive que trocar pilhas de um dos meus faróis e seguimos.


Cansados, começamos a calcular os quilômetros que faltavam. O Tiago ditava o ritmo, eu mais cansado, começava a ter cãibras, mas ia administrando. Não tivemos muito tempo para nos recuperar do primeiro dia de subidas. Assim adotamos a seguinte brincadeira: para tudo que pensávamos sobre o trajeto e distâncias, segua o comentário, falta uns 10 ou 20 km e depois... Mais 65 km!!! Foi assim até Osório, por volta de 23 horas, quando o Tiago me diz: "Para a casa do Pai, faltam apenas 24 km, mas depois tem mais 65..."


Estes últimos 24 km foram sofridos. Chegamos a Tramandaí passando da meia noite, e passava da 01:00 de domingo quando chegamos à casa do Sr. Gerson, que com o sorriso franco que é sua marca registrada, perguntou se estávamos bem. Graças a sua boa acolhida e da esposa e familiares, tivemos janta e banho quente, antes do merecido repouso.


Na manhã de domingo, acordei mais cedo que o Tiago, que dormiu até o meio dia. Deu tempo de tomar café da manhã e jogar conversa fora, tomar sol é até molhar os pés na água do mar. Combinação perfeita para o último dia. Havia a opção de vir de carro, mas tínhamos a bike e as pernas ainda aguentavam. Eu já não estava com o mesmo pique e custei a pegar ritmo. Parte das coisas ficou lá para serem trazidas de carro. Afinal, agora estávamos chegando. 


Saímos por volta de 14 horas, pegando as estradas vicinais  já congestionadas. Na Estrada do Mar, mais trânsito e na Free-Way, com acostamento liberado até Santo Antônio, um caos, com carros passando mais perto. Mas a galera nos respeitou. Pensei em deixar a free-way e entrar em Santo Antônio, mas isso aumentaria a volta em 40 km. Após o primeiro pedágio, o acostamento voltou a ser só nosso. O Tiago vinha em um ritmo mais forte e tinha compromissos. Assim, nossa despedida foi na estrada mesmo. O fim da jornada para mim se deu em Canoas por volta de 20 horas, com 121 km, bastante cansado mas com uma ótima sensação de liberdade, acumulada ao longo dos quase 400 km e as belas paisagens na memória. Valeu a pena!


Agradecimentos ao nosso amigo Tiago, seus familiares e todas as pessoas que fizeram parte destes momentos, só possíveis porque partilhamos de um mesmo gosto, uma paixão que nos propicia liberdade, saúde e muitas histórias legais para contar. E por essas e outras, que adotamos aqui o slogan "Aqui a gente pedala de verdade".


Seguem abaixo os links com os roteiros que fizemos e altimetria, devidamente registrados no Strava:

https://www.strava.com/activities/385843729

https://www.strava.com/activities/386678544

https://www.strava.com/activities/387366262

Forte abraço e bom final de semana!
Equipe Rodociclo