Produto em destaque: Rodociclo inova e disponibiliza o Selle Italia idmatch, o exclusivo "bike fit" do selim da Selle Itália.



Muitas pessoas investem pesado nas suas bikes, com itens de performance, leveza, design inovador e materiais nobres, mas acabam não dando o devido valor a uma parte em especial: o selim. Para alguns, uma parte esquecida, para outros, mais uma peça que, como outras, deve ser leve, moderna e agregar valor e beleza à bicicleta. Mas fica aquela velha pergunta: " Você está usando o selim correto?" Isso porque o selim é responsável por suportar boa parte do peso do seu corpo e ficará por horas em contato com ele. Um selim inadequado pode causar dores, desconforto e se mal posicionado, contribuir para o surgimento de lesões. 

É alto o número de ciclistas, especialmente usuários de  bicicletas mais básicas e intermediárias, que procura nossa loja buscando um selim mais apropriado. Isso porque os selins originais de fábrica para estes modelos  de bike são, normalmente, selins simples e sem conforto. Bicicletas mais top de linha, que já presumem um uso mais técnico, acabam vindo de fábrica com selins mais funcionais, mas ainda assim, por ser uma peça muito pessoal, ainda são objeto de dúvida se são mesmo adequados e sua troca é muito comum. 


Conforme a natureza e o volume das atividades praticadas, vão surgindo novas necessidades de uso, que deverão atender às expectativas do ciclista e ao mesmo tempo, se adequar e respeitar seu biotipo e estilo de pedalar. Em um primeiro momento, a procura é por selins mais confortáveis e anatômicos. Conforme ocorre a evolução do ciclista e este aumenta o volume e intensidade das suas pedaladas, essa necessidade pode mudar, passando para um segmento mais especializado, no qual cada selim terá determinadas características em detrimento de outras.


Existem selins mais apropriados ao conforto, que sugerem uma pedalada tranquila, sempre sentado. Outros, considerados de performance, como os usados em ciclismo de estrada, são finos e leves, dispensam tanto conforto, pois os atletas pedalam em uma posição mais aerodinâmica, muitas vezes em pé, devendo este ser mais fino e leve, mas ao mesmo tempo, anatômico e rígido para aguentar a torção e o nível de exigência de uma pedalada de alta performance. Neste caso, o ciclista já está acostumado a altos volumes de treinos e possui aquilo que na equitação chamaríamos de "sela", ou seja, ele está acostumado a ficar muito tempo sobre o selim. Claro, o uso de um selim de performance sugere também o uso de uma boa bermuda, com forro de qualidade, que garante a devida proteção e melhora seu conforto. Ciclistas deste nível já acabam dispensando selins largos e muito macios, pois não são compatíveis com sua forma de pedalar e tornam-se até incômodos.




Ainda devemos considerar a concepção de materiais. Temos selins com espuma (mais comuns), com gel (mais eficientes, pois o gel não perde a sua capacidade de amortecimento, mesmo após horas de uso contínuo), além do emprego de materiais nobres, como fibra de carbono e titânio, que objetivam tornar o selim mais leve, rígido e porque não, mais belo!

Diante desta gama de informações, ficamos diante de dois perfis de público: o ciclista experiente, que já conhece o seu selim, mas que ainda assim, eventualmente busca uma informação mais técnica e o ciclista que está começando ou está ainda em evolução, que normalmente fica em dúvida sobre a escolha do seu produto. E com razão. Mas então, qual o selim é o certo para você?

Existem muitos mitos sobre o selim. No entanto, estudos vêm sendo feitos com a finalidade de esclarecer tais mitos, entre eles, que ciclistas que passam muito tempo pedalando estariam sujeitos a problemas circulatórios, que aumentariam o risco de câncer de próstata e até mesmo impotência sexual. Realmente, prejuízos circulatórios estão sujeitos a ocorrer quando o selim usado for muito duro e sem recursos. Normalmente, além da camada de material destinada à proteção, os selins devem ter uma base mais flexível, que amortece o peso depositado sobre ele, além de trilhos rígidos para evitar deformações.



A maioria dos estudos afirma que selins muito duros e que não são vazados podem realmente prejudicar a circulação, no entanto, mesmo nos grandes fabricantes, encontramos selins que não são vazados. Assim, mais uma vez entra o conceito do tipo de usuário, seu biotipo e atividade que pratica. De acordo com essa filosofia, haverão recursos diferenciados em cada modelo, garantindo assim a plena satisfação de todos os usuários, independente do seu perfil.



Dentro deste conceito, a Selle Itália, um dos mais intigos fabricantes de selins do mundo, com sede na Itália, lançou o sistema chamado idmatch (Identity Matching System), que avalia o perfil do usuário, considerando uma série de informações e o biotipo do ciclista. O sistema, segundo o fabricante, garante que o usuário saia da loja com o selim mais adequado ao seu perfil, já instalado e ajustado. 


E como não poderia deixar de ser, já que estamos trabalhando há alguns meses com os selins Selle Itália, adquirimos um kit com vários selins de todas as linhas da marca e um conjunto de ferramentas usadas para determinar o perfil do usuário e escolher o seu selim.

Esse kit, com o auxílio do site do fabricante, permite que através uma breve entrevista de alguns minutos, seja feita uma avaliação que aponta o selim mais apropriado, considerando que a marca divide seus selins em seis grupos, de acordo com as características mais comuns de cada selim.

Desta forma, o cliente que estiver disposto a fazer a avaliação, deve responder algumas perguntas, cujos dados serão inseridos no site idmatch, onde após cinco etapas, teremos um grupo de selins mais adequados ao perfil do ciclista. Após a escolha, o selim é instalado e ainda existe uma ferramenta que mensura se o mesmo está devidamente alinhado.




São considerados dados como sexo, idade, modalidade, quilometragem anual que o ciclista costuma percorrer, há quanto tempo pedala, bem como as características do selim atual, peso, altura,  circunferência dos músculos da coxa e medida de rotação pélvica em ângulos. A combinação desses dados leva a uma página com vários selins, onde é possível acessar a ficha técnica dos mesmos, orientando o cliente na compra.






Para dar suporte ao sistema, são usadas ferramentas que destinam-se a efetuar as referidas medições biométricas. O próprio site faz a análise, simplificando o processo. Após reunir essas informações, o resultado é exibido e pode ser salvo e enviado para o cliente por e-mail. As ferramentas também são usadas para ajustar o posicionamento correto do selim (inclinação do selim).

Este sistema não dispensa ou substitui o Bike Fit, que avalia outras medidas e a postura sobre a bike como um todo, mas já é uma boa referência sobre o tipo de selim que você deve usar. Ele não se aplica a selins de outras marcas, apenas aos selins Selle Italia.

MONOLINK SYSTEM FRICTION FREE


Trata-se de um sistema exclusivo da Selle Itália, que redesenhou o conjunto canote/selim. Neste sistema, o selim foi redesenhado, assim como o sistema de ajuste do mesmo sobre o canote. O Monolink é um sistema  que substitui os selins tradicionais, que são fixados sobre dois trilhos. Esse novo sistema, segundo o fabricante é 50% mais rígido que o tradicional, além do benefício da redução de atrito, proveniente do novo desenho do selim. O sistema ainda permite um ajuste mais preciso do posicionamento do selim e vem a complementar idmatch.


Os vídeos e imagens que estamos usando nesta matéria ilustram o trabalho que é realizado pela Selle Italia que, com base na tecnologia e tradição da marca, inovam mais uma vez e se aproximam mais dos seus clientes em uma filosofia que reflete claramente a frase que vem em seu logotipo: "Saddles for winners since 1897".


Venha até a Rodociclo, faça a sua avaliação, escolha o seu selim e saia com ele instalado. É imprescindível que, para um perfeito aproveitamento da sua avaliação, você esteja usando um uniforme de ciclismo e esteja com sua bike. 

Equipe Rodociclo

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